Faz quantos anos que é a mesma coisa?
Isso não vai passar sozinho.
Se fosse passar, já tinha passado.
A mesma ansiedade, a mesma insônia, a mesma procrastinação, a mesma sensação de que falta alguma coisa. Quatro horas, ao vivo, para você entender de onde vem o que se repete na sua vida, e o que fazer com isso a partir de agora.
Os sinais que você aprendeu a ignorar
Nada disso é normal.
Você só se acostumou.
- O coração que dispara do nada: na fila do mercado, no meio de uma reunião, de madrugada.
- A noite que não restaura: ou você demora a dormir, ou apaga de cansaço e acorda no meio da noite com a cabeça a mil.
- O corpo que não solta: a mandíbula travada, o ombro duro, a dor que sempre volta ao mesmo lugar.
- O choro que não vem, o que você segura na frente dos outros, o que chega sem motivo nenhum, e a vergonha que vem junto.
- A irritação que não passa: você estoura com quem não tem culpa, se arrepende depois, e na semana seguinte estoura de novo.
- O cansaço que fim de semana nenhum resolve, de quem carrega o peso de todo mundo e não sabe dizer não.
- O tempo que nunca é seu: sempre correndo, tudo para ontem, e nunca sobra nada para você.
- A tela, a comida, a compra, a taça: o que você faz para relaxar ou se distrair, e que nunca preenche.
- A conquista que chega e não preenche, e o vazio que continua ali, do mesmo tamanho.
- A procrastinação: o que você sempre vai começar depois, marca, adia, remarca, e nunca termina.
E você já tentou resolver cada um deles, um por um: o remédio para dormir, o exame para a dor, a promessa de que dessa vez vai ser diferente. Cada um alivia por um tempo. Depois volta, às vezes no mesmo lugar, às vezes em outro.
Aliviar não é curar.
O alívio é necessário, e às vezes é ele que te põe de pé.
Só que ele nunca foi o fim do caminho.
Por que aquilo sempre volta
Não é falta de esforço. É que ninguém consegue ver sozinho.
Cada uma dessas coisas você já tentou resolver por conta própria. Leu, assistiu, prometeu, começou. E, semanas depois, estava tudo igual. Não é porque você não quer o suficiente, e não é porque você é fraco. É que o que faz tudo isso se repetir não está à vista, e ninguém muda o que não consegue enxergar.
Entender nunca impediu ninguém de repetir.
Existe um abismo entre saber e conseguir,
e é ele que a gente atravessa neste workshop.
Quem conduz
“Eu achava que era feliz. Até descobrir que a minha vida não fazia o menor sentido.”
Servi no Exército durante seis anos e montei uma empresa de tecnologia. Era cético, avesso a tudo que soasse a autoconhecimento. Por fora, estava tudo bem. Por dentro, eu não controlava os pensamentos, vivia com ansiedade e roía as unhas até sangrar.
Isso foi há mais de quatorze anos. Hoje sou instrutor de meditação, mindfulness e autoconhecimento, autor do livro O Estudo da Vida, e já acompanhei mais de quinze mil pessoas.
Aqui eu sou só o monitor. O professor é a própria vida: é ela que ensina, e sempre foi.
Como participar
No momento não há turma aberta do Workshop.
Se você quer começar agora, há dois caminhos abertos. O Grupo de Estudo é online, você participa de qualquer cidade: o estudo chega pelo seu WhatsApp ao longo da semana, e todo mês tem um encontro ao vivo comigo e uma devolutiva minha. O Curso é presencial, em Casa Forte, no Recife: são oito encontros comigo, e as inscrições da Turma 168 estão abertas.
A vida que te espera
A sua vida pode ser bem mais leve do que é hoje.
E isso não é sorte: é um caminho,
e qualquer um pode andar.
Aquilo que você não estuda, você repete.
Mas aquilo que você estuda com coragem, você transforma.